A maior parte das organizações estão a tirar pouco partido das suas plataformas sociais de comunicação e colaboração: usam-nas essencialmente para atividades de baixo valor acrescentado, e para replicar tradicionais modelos e hábitos de trabalho.
Esta é uma das principais conclusões que constam do Social Collaboration Maturity Benchmark Report, hoje publicado pela Knowman e pela OrangeTrail.

Ferramentas sociais como Microsoft Teams, Confluence, Workplace by Facebook, Slack, Jive e tantas outras, fazem hoje parte do portfólio tecnológico de muitas organizações. Vieram substituir ou complementar as tradicionais intranets corporativas, oferecendo um conjunto de funcionalidades que permitem mudar o paradigma da comunicação, da colaboração e da partilha de conhecimento nas organizações.
Apoiadas no Social Collaboration Maturity Model desenvolvido pela OrangeTrail, a Knowman e a sua parceira holandesa elaboraram o Social Collaboration Maturity Scan cujos resultados alimentam o Benchmark Report agora lançado.
O Benchmark visa caracterizar o estado de maturidade das atividades que as organizações realizam nas suas ferramentas sociais corporativas em 7 áreas: líderes, colaboradores, equipas, comunidades, funções de suporte, comunicação interna e inovação.

O relatório apresenta dados e conclusões baseadas numa amostra de 34 organizações de 13 países, incluindo Portugal e Brasil. Em conjunto, essas organizações empregam mais de 1.5 milhões de pessoas.
60% dessas organizações dizem que as suas plataformas são muito ou extremamente importantes para o negócio. Contudo, percebemos que a maioria das organizações não estão a aproveitar o enorme potencial das ferramentas sociais que têm. Utilizam-nas, sobretudo, para replicar tradicionais hábitos e modelos de trabalho, ignorando a oportunidade de os reinventar em resposta ao atual contexto económico, social e laboral.
Muito poucos líderes sabem como as plataformas sociais podem ser usadas para conduzir a sua agenda estratégica e conquistar o maior empenho das suas equipas.
As áreas de Comunicação Interna são grandes utilizadoras das plataformas sociais de comunicação e colaboração. Contudo, mesmo estas áreas precisam de modernizar a sua abordagem. Por exemplo, este estudo mostra que apenas as equipas de Comunicação que adaptam o seu conteúdo a este canal conseguem altos níveis de engagement com o conteúdo. É surpreendente que 36% das organizações ainda não o façam.
A pandemia da COVID-19 provavelmente está a mudar o mundo do trabalho para sempre. Num imediato, levou a um aumento das ferramentas sociais para minimizar o impacto negativo do trabalho remoto imposto a milhões de trabalhadores. Urge agora às organizações aproveitar a oportunidade para rever e ajustar as suas práticas, explorando as ferramentas sociais para potenciar formas de trabalho (remoto) mais ágeis, eficazes e produtivas.
Clique para ver o relatório do Social Collaboration Maturity Report >>
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